Expresso da Manhã

Expresso da Manhã

Neste podcast diário, Paulo Baldaia conversa com os jornalistas da redação do Expresso, correspondentes internacionais e comentadores. De domingo a sexta-feira, a análise das notícias que sobrevivem à espuma dos dias

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Samenvatting van de aflevering

O episódio aborda a crescente pressão política sobre o Ministro da Administração Interna, Luís Neves, no contexto das investigações e auditorias que envolvem o seu passado como Diretor Nacional da Polícia Judiciária. Através de uma conversa com a jornalista Paula Caeiro Varela, do Expresso, analisa-se o impacto destas polémicas na capacidade de comunicação do Governo e as implicações de uma auditoria ordenada pelo Ministério da Justiça à PJ. A discussão explora a tensão entre a necessidade de transparência e a estratégia de manutenção política de Luís Montenegro, avaliando se as investigações em curso podem servir para esvaziar a polémica antes da Comissão Parlamentar de Inquérito prevista para setembro.

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Hoogtepunten

O Ministro continua a dizer a mesma coisa, nada temo, está tranquilo.

00:02:47 · A jornalista descreve a postura de defesa e negação adotada por Luís Neves perante as investigações.

Há pouco eu estava a falar com uma colega nossa, jornalista, que tem uma ótima memória e que estava a lembrar o caso de quando Nuno Crato abriu uma averiguação à licenciatura de Miguel Relvas.

00:05:01 · A analista utiliza um precedente histórico para ilustrar a delicadeza de um ministro investigar outro membro do Governo.

Este significa que ele está em lume brando até que de repente vamos chegar a setembro. Vem aí uma comissão parlamentar de inquérito e o lume de brando passa ao máximo.

00:09:12 · Uma metáfora sobre o desgaste político progressivo que culminará na CPI.

Este caso está a impedir o Governo de ter qualquer outra mensagem política positiva, o que seja.

00:13:18 · Reflete sobre como as polémicas do MAI dominam a agenda e prejudicam a comunicação governamental.

Afleveringen

1931-

Todos querem investigar Luís Neves, o ministro que gasta o seu tempo a responder como director nacional da PJ

O episódio aborda a crescente pressão política sobre o Ministro da Administração Interna, Luís Neves, no contexto das investigações e auditorias que envolvem o seu passado como Diretor Nacional da Polícia Judiciária. Através de uma conversa com a jornalista Paula Caeiro Varela, do Expresso, analisa-se o impacto destas polémicas na capacidade de comunicação do Governo e as implicações de uma auditoria ordenada pelo Ministério da Justiça à PJ. A discussão explora a tensão entre a necessidade de transparência e a estratégia de manutenção política de Luís Montenegro, avaliando se as investigações em curso podem servir para esvaziar a polémica antes da Comissão Parlamentar de Inquérito prevista para setembro.

07 aug. 2026
1930-

No Brasil, a criminalidade violenta diminuiu mas morreu mais gente por acção da polícia

O episódio analisa os dados alarmantes do relatório anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que revela tendências preocupantes na violência no Brasil. Enquanto o número de mortes violentas intencionais apresentou uma ligeira queda, houve um aumento significativo na letalidade policial e nos casos de feminicídio. A discussão aborda a sobre-representação de pessoas negras tanto nas vítimas de intervenções policiais quanto nos feminicídios, relacionando esses números ao racismo estrutural e à violência de género. O debate explora também o apoio de parte da população a operações policiais agressivas em favelas e os desafios do controle institucional sobre o uso da força.

06 aug. 2026
1929-

Poiares Maduro: “O problema da FIFA não é Infantino, é a própria FIFA”

O episódio explora as profundas crises de governança e os conflitos de interesse na FIFA, com foco no artigo de opinião de Miguel Poias Maduro publicado no Financial Times. Através de uma entrevista com o ex-presidente do Comitê de Governança da FIFA, discute-se como a estrutura atual do organismo permite a concentração de poder e a promiscuidade entre interesses comerciais e políticos. A conversa aborda a influência de figuras políticas internacionais, a necessidade de regulação por parte da União Europeia e os desafios de separar as funções de regulação das funções de comercialização no futebol mundial.

05 aug. 2026
1928-

Ceuta confirmou que a Geração Z é a mais vulnerável à desinformação

Este episódio do Expresso da Manhã explora a vulnerabilidade da Geração Z à desinformação, analisando como o consumo de conteúdos rápidos e fragmentados em plataformas como TikTok e Instagram impacta jovens entre 13 e 28 anos. Através de uma conversa com a jornalista Mariana Ramos Loureiro, o programa discute o papel dos algoritmos, o viés de confirmação e as narrativas desinformativas que surgiram durante as últimas eleições legislativas em Portugal, focando em temas como imigração e segurança. A discussão aborda ainda a erosão da confiança nos meios de comunicação tradicionais e o uso da desinformação como ferramenta em guerras híbridas e operações de influência estrangeira. O episódio utiliza exemplos recentes, como os eventos em Ceuta, para ilustrar como narrativas descontextualizadas podem influenciar comportamentos coletivos e fragilizar a coesão social e as instituições democráticas.

04 aug. 2026
1927-

Extrema-direita tira proveito do falhanço de Sánchez e a Europa mostra-se dividida

O episódio analisa a crise migratória em Ceuta, caracterizada pela entrada de cerca de 60 mil imigrantes num curto período, evento descrito como uma violação da integridade territorial espanhola e uma possível operação orquestrada. Através de uma conversa com o editor de Internacional do Expresso, Pedro Cordeiro, discute-se a instrumentalização política desta crise por parte da extrema-direita europeia e figuras internacionais como Donald Trump e Nigel Farage. A discussão aborda a falha na segurança das fronteiras espanholas, as tensões diplomáticas com Marrocos e o impacto do discurso de extrema-direita na moderação dos partidos políticos europeus. O debate explora a dificuldade de conciliar a segurança das fronteiras externas da União Europeia com os valores humanistas e a gestão de crises migratórias que utilizam pessoas como armas políticas.

03 aug. 2026